Esta sou eu. Andando do lado aposto, do lado contrário. Tentando encontrar algo que me torne melhor do que isso que eu sou. Criando e recriando amigos e inimigos, onde o segundo de mim mesma, sou eu.
Sou eu. Sempre tentando encontrar uma culpa pra usar e sempre tentando levantar a minha auto-estima, melhorar a minha visão de mim... Me cobrando como se eu tivesse realmente que ter nascido perfeita em todos os aspectos...
Eu gostaria mesmo de encontrar definições válidas pra tudo isso que eu me tornei, mas já não encontro nem palavras e aqui, dentro do meu silêncio, vou chafurdando e revirando memórias pra tentar alguma coisa....
Alguma coisa que me faça enxergar exatamente o que eu sou.
Sei que já distorci uma verdades e omiti alguns desastres, mas não acho que isso faz de mim uma pessoa que não possa ter um crédito. Sei disso porque quando gosto de alguém, sou sincera até comigo mesma e faço tudo certo pra não importunar. Ou tento.
Sei que pra vcs sou a pessoa mais narcisista do universo. Mas não sou. Porque não me acho tudo aquilo que pareço achar...
Às vezes eu olho pro espelho e tento imaginar como seria um eu sem ser eu. Imagino quantas "eu" já pude ser e sempre estive aqui, sendo eu mesma... sendo eu, assim, esquisita, narigudinha, que ce acha a dona das melhores ideias para discutir ou sentir ou amar... a barrigudinha, chorona, mandona e reclamona... é tanto ona que é bom aqui eu parar.
To aqui sendo eu e depois que o dia corre, o mês corre, socorro, o ano acabou... e eu me resumo nesse impasse, nesse vai-e-vem de sentimentos estranhos e esquisitos que surgem.
Sei que nessa vida perdi amigos que nem eram tão amigos assim. Perdi familiares que nem queria ter mesmo. Perdi colegas, que na verdade nunca nem tive... e no meio dessas pessoas todas, perdi uma que eu realmente queria não ter perdido... uma amizade tão linda... e to aqui me remoendo, pq mesmo não sabendo o que aconteceu, certeza que fiz alguma coisa esquisita... eu sou a dona das esquisitices que acabam em desastres. E dessa vez foi igual, eu sei.
Ah, mas quer saber? Ninguém vive só de culpa, não.
A vida tem lá seus mistérios, que logo se desfazem e criam e recriam novas histórias, novas possibilidades.
A vida tem disso mesmo. Quando acho que estou por cima, fico por baixo, quase no subsolo do subsolo.
Quando acho que ganhei muita coisas, perco até o que nunca tem tive ainda.
Quando acho que vou ser assim pra sempre, puf! reviravolta!
Pois então, me conformei.
Que venham as reviravoltas, como menos esquisitices e auto-avaliações reflexivas dessa, porque me cansa pensar em tudo isso.
Sem mais.
Sou eu. Sempre tentando encontrar uma culpa pra usar e sempre tentando levantar a minha auto-estima, melhorar a minha visão de mim... Me cobrando como se eu tivesse realmente que ter nascido perfeita em todos os aspectos...
Eu gostaria mesmo de encontrar definições válidas pra tudo isso que eu me tornei, mas já não encontro nem palavras e aqui, dentro do meu silêncio, vou chafurdando e revirando memórias pra tentar alguma coisa....
Alguma coisa que me faça enxergar exatamente o que eu sou.
Sei que já distorci uma verdades e omiti alguns desastres, mas não acho que isso faz de mim uma pessoa que não possa ter um crédito. Sei disso porque quando gosto de alguém, sou sincera até comigo mesma e faço tudo certo pra não importunar. Ou tento.
Sei que pra vcs sou a pessoa mais narcisista do universo. Mas não sou. Porque não me acho tudo aquilo que pareço achar...
Às vezes eu olho pro espelho e tento imaginar como seria um eu sem ser eu. Imagino quantas "eu" já pude ser e sempre estive aqui, sendo eu mesma... sendo eu, assim, esquisita, narigudinha, que ce acha a dona das melhores ideias para discutir ou sentir ou amar... a barrigudinha, chorona, mandona e reclamona... é tanto ona que é bom aqui eu parar.
To aqui sendo eu e depois que o dia corre, o mês corre, socorro, o ano acabou... e eu me resumo nesse impasse, nesse vai-e-vem de sentimentos estranhos e esquisitos que surgem.
Sei que nessa vida perdi amigos que nem eram tão amigos assim. Perdi familiares que nem queria ter mesmo. Perdi colegas, que na verdade nunca nem tive... e no meio dessas pessoas todas, perdi uma que eu realmente queria não ter perdido... uma amizade tão linda... e to aqui me remoendo, pq mesmo não sabendo o que aconteceu, certeza que fiz alguma coisa esquisita... eu sou a dona das esquisitices que acabam em desastres. E dessa vez foi igual, eu sei.
Ah, mas quer saber? Ninguém vive só de culpa, não.
A vida tem lá seus mistérios, que logo se desfazem e criam e recriam novas histórias, novas possibilidades.
A vida tem disso mesmo. Quando acho que estou por cima, fico por baixo, quase no subsolo do subsolo.
Quando acho que ganhei muita coisas, perco até o que nunca tem tive ainda.
Quando acho que vou ser assim pra sempre, puf! reviravolta!
Pois então, me conformei.
Que venham as reviravoltas, como menos esquisitices e auto-avaliações reflexivas dessa, porque me cansa pensar em tudo isso.
Sem mais.




